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Como escolher a fragmentadora de papel ideal para a minha empresa?

A maioria das empresas lida com documentos e papéis que possuem dados sensíveis. Relatórios impressos de desempenho, contratos que precisaram ser refeitos e até documentos de clientes ou funcionários estão entre as questões que circulam em um empreendimento.

O grande problema é que, se esses itens caírem em mãos erradas — inclusive, as da concorrência —, pode haver sérios prejuízos financeiros e/ou de competitividade. Portanto, não dá para simplesmente jogar os papéis no lixo, pois há o risco de eles serem encontrados posteriormente.

Para resolver essa questão é que há a fragmentadora de papel. Ao destruir a folha, ela torna a informação ininteligível e garante máxima segurança.

Porém, com tantos modelos disponíveis, como escolher o melhor? Para saber a resposta, continue lendo e saiba o que considerar!

Pense em qual deve ser o resultado da fragmentadora de papel

Para manter a proteção dos documentos, é preciso começar observando qual é o estado final do papel que passa pelo equipamento. Quanto maiores forem os elementos, mais fácil fica a interceptação dos resíduos e a possível descoberta de informações.

Uma fragmentadora de papel em tiras, por exemplo, é ideal para materiais que não sejam tão sensíveis ou para a fragmentação em intensa quantidade. Já as em partículas são ideais para oferecer um nível maior de proteção, pois o tamanho dos fragmentos é menor.

Aquelas em micropartículas, por sua vez, tornam praticamente impossível a reconstrução de qualquer elemento do documento, sendo ideal para os realmente confidenciais.

Avalie a capacidade de folhas que o equipamento deve ter

Dependendo do volume de papéis a ser destruído e do tempo disponível para a realização dessas tarefas, deve haver uma variação na capacidade de processamento de folhas.

Ou seja, se você quiser uma máquina mais rápida, não basta que ela tenha motor com maior potência. Ela também precisa comportar mais folhas simultaneamente, diminuindo o tempo necessário para a fragmentação.

Os modelos mais frequentes flutuam entre 30 e 50 folhas comuns, mas há aquelas com maior ou menor capacidade. Observar suas necessidades, portanto, é fundamental para tomar a decisão.

Verifique quais são as características de funcionamento

Uma fragmentadora de papel de operação contínua, por exemplo, é ideal para quem sempre tem a necessidade de destruir documentos. Em geral, elas ligam com a inserção de papel e ficam em repouso ao final da operação.

Em outros casos, há o botão de liga e desliga e até o de reversão. Esse último é bastante útil para quando você processa papéis incorretamente e deseja salvar ao menos uma parte dos elementos.

Para completar, é preciso verificar a capacidade de armazenamento. As com lixeiras pequenas normalmente são práticas e cabem em qualquer espaço. Enquanto isso, as maiores evitam a necessidade de esvaziamento constante.

Considere qual é o nível de ruído

Depois de considerar todos esses pontos, você terá avaliado os fatores cruciais para a satisfação com o equipamento. Porém, ainda é necessário pensar em um ponto: o nível de ruído.

Medido em decibéis, ele precisa ter um valor adequado para não prejudicar a audição. Se o uso for contínuo, é ainda mais importante optar por um modelo que seja o mais silencioso possível.

Isso depende de questões como qualidade, tamanho e capacidade e é um fator que precisa ser considerado para garantir o conforto de uso.

Sabendo o que observar, a escolha da fragmentadora de papel para a sua empresa se torna mais simples. Ao analisar todos esses pontos apresentados, as chances de sucesso e de satisfação aumentam.

O que você acha dessas informações? Participe nos comentários!

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